FERRARA, Lucrécia D' Alessio. A leitura não verbal. In:______Leitura sem palavras. Ed: Ática. 4 ed. 2002. PP. 22-29.
"[...]Texto não-verbal apresenta-se diluído no quotidiano do espaço urbano, e nada o impõe à nossa observação; o texto não-verbal é mudo porque não agride nossa atenção." P.23
"O texto não-verbal apresenta-se diluído no quotidiano do espaço urbano, e nada o impõe à nossa observação; o texto não-verbal é mudo porque não agride nossa atenção." P.23
"O texto é linguagem-objeto sobre o qual se debruça a leitura metalingüística." P.24
"A necessidade de organização para a produção de um texto estimula a capacidade associativa por similaridade e revela outra possibilidade de ler e de produzir significados além do hábito de associação por contigüidade a que nos condiciona todo o sistema cultural ocidental." P.25
"Ler e que acabam por se refletir sobre a própria leitura verbal. A leitura verbal apóia-se no domínio da sua competência; ensina-se a ler pela compreensão do encadeamento lógico, coordenado, subordinado ou misto das estruturas frásicas do texto verbal. Aprende-se a ler e desenvolve-se esse aprendizado." P.26
1. Resenha: Leitura sem palavras
FERRARA inicia sua obra nos dizendo que, por mais que às vezes o pareça, a palavra, seja ela escrita ou falada, não é nosso único instrumento de comunicação. Existem inúmeros signos, símbolos, traços, que organizados, podem nos passar mensagens. Nós por exemplo, estamos a todo momento passando mensagens. O que comemos o que compramos o que vestimos, onde e como andamos tudo isso são escolhas que mostram nossas expectativas, como queremos ser vistos pelos outros.
A interpretação que cada pessoa faz de determinada imagem é uma relação entre a representação real que existe nesta imagem e outras representações possíveis ou eventuais. Todos os códigos presentes em nosso dia-a-dia são uma representação do universo, e cada código gera um signo e uma sintaxe específicos. A capacidade de representação de determinada linguagem, se torna mais segura à medida que se apóia na capacidade perceptiva dos sentidos em particular.
A cultura ocidental através de seu sistema verbal, nos fez associar as coisas por contigüidade, de maneira que qualquer elemento de um determinado sistema desperta em nossa mente todo um conjunto. Essa forma de associação privilegia a palavra, escrita ou falada, como melhor forma de expressão de pensamentos.
A semiótica é o estudo dos signos, de sua relação com o que eles representam, suas possíveis interpretações e sua classificação em ícone, índice ou símbolo.
A interpretação que cada pessoa faz de determinada imagem é uma relação entre a representação real que existe nesta imagem e outras representações possíveis ou eventuais. Todos os códigos presentes em nosso dia-a-dia são uma representação do universo, e cada código gera um signo e uma sintaxe específicos. A capacidade de representação de determinada linguagem, se torna mais segura à medida que se apóia na capacidade perceptiva dos sentidos em particular.
A cultura ocidental através de seu sistema verbal, nos fez associar as coisas por contigüidade, de maneira que qualquer elemento de um determinado sistema desperta em nossa mente todo um conjunto. Essa forma de associação privilegia a palavra, escrita ou falada, como melhor forma de expressão de pensamentos.
A semiótica é o estudo dos signos, de sua relação com o que eles representam, suas possíveis interpretações e sua classificação em ícone, índice ou símbolo.
teria mais resumo desse livro
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