sábado, 22 de novembro de 2014
Vamos produzir?
Pense que vontade de produzir, mas não sei o que. A, já sei, vou no Facebook teclar e trocar informações, será que isso é produzir?
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
" Ler é desvendar mundos desconhecidos"
A leitura permite descobrir novos horizontes, favorecendo os processos inerente a imaginação e capacidade de expandir seus conhecimentos.
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domingo, 19 de outubro de 2014
PLAYLIST - As 5 músicas preferidas dos blogueiros.
Conheça melhor o perfil dos nossos blogueiros através das suas músicas preferidas. Aperte o play e venha se divertir.
1ª Coldplay - Paradise
2ª Under control - Calvin Harris
3ª Paciência - Lenine
4ª Malandragem - Cássia Eller
5ª Segue o som - Vanessa da mata
1ª Completely - Ana Laura
2ª Never give up on me - Josh Bates
3ª Feels like home - Edwina Hayes
4ª De todo meu coração - Mariana Valadão
5ª Quero ser como criança - David Quinlan
1ª Tem a tua cor - Arianne
2ª Fico feliz - Diante do trono
3ª O rato - Paulo Tatit
4ª O amor do nosso Deus - Diante do trono
5ª Pedrinho - Jota Quest
1ª John Legend - All of me
2ª Everything - Michael Bublé
3ª Céu Azul - Charlie Brown
4ª Pratododia - O teatro mágico
5ª Conselho - Marcelo Mira e Marcelo D2
1ª Borboletas - Victor e Léo
2ª Boa sorte pra você - Victor e Léo
3ª Amor de violeiro - Eduardo Costa
4ª Quem ama cuida - Aviões do Forró
5ª Teorias - Zezé Di Camargo e Luciano
E aí, qual o seu preferido? E o seu TOP 5? Deixe aqui nos comentários pra gente.
Jackson Teixeira - 20 anos.
1ª Coldplay - Paradise
2ª Under control - Calvin Harris
3ª Paciência - Lenine
4ª Malandragem - Cássia Eller
5ª Segue o som - Vanessa da mata
Bruna Costa - 18 anos
1ª Completely - Ana Laura
2ª Never give up on me - Josh Bates
3ª Feels like home - Edwina Hayes
4ª De todo meu coração - Mariana Valadão
5ª Quero ser como criança - David Quinlan
Larissa Cardoso - 19 anos
2ª Fico feliz - Diante do trono
3ª O rato - Paulo Tatit
4ª O amor do nosso Deus - Diante do trono
5ª Pedrinho - Jota Quest
Larissa Brandão - 19 anos
1ª John Legend - All of me
2ª Everything - Michael Bublé
3ª Céu Azul - Charlie Brown
4ª Pratododia - O teatro mágico
5ª Conselho - Marcelo Mira e Marcelo D2
Maick Pereira - 21 anos
1ª Borboletas - Victor e Léo
2ª Boa sorte pra você - Victor e Léo
3ª Amor de violeiro - Eduardo Costa
4ª Quem ama cuida - Aviões do Forró
5ª Teorias - Zezé Di Camargo e Luciano
E aí, qual o seu preferido? E o seu TOP 5? Deixe aqui nos comentários pra gente.
sábado, 18 de outubro de 2014
Notícia também é gênero textual, veja, curta, comente e compartilhe.
Ouvi que está rolando alguma coisa. O que? Evento. Qual? V gincana pedagógica e Cultural. Onde? Colégio Estadual Monte Gordo. Fala sobre o que? Trocando vícios por virtudes. Quando? Dias 29, 30 e 31. Tem página no Facebook? Tem sim, curta ae, https://m.facebook.com/profile.php?id=583779475062081
A arte de educar vai além da sala de aula, o projeto gincana é uma iniciativa inovadora na educação, pois ultrapassando barreiras e quebrando paradigmas, faz com que os alunos interajam entre si desenvolvendo habilidades que o ensino atual não tem espaço para trabalhar, habilidades estas como: raciocínio lógico, senso crítico, trabalho em grupo e organizacional, desenvolvimento sócio-cultural e seguimentos das regras, enfim, poderia listar as grandezas consequentes desse evento, por sua vez, essa brilhante iniciativa tem como coordenador o professor Jorge Henrique, que em uma entrevista concedida ao blog, relatou que a sensação de educador, advém daquele momento, onde todos alunos unem-se a prol de um objetivo, sendo assim, uma forma de todos educandos envolverem-se nessa diversidade compartilhando informações. A gincana é uma forma não só de aprendizado pedagógico, mas também cultural e humano. Por fim, parabenizo especialmente o professor Henrique, e toda a direção da CEMG (Colégio Estadual Monte Gordo), e finalizo com os seguintes dizeres, o diferencial da educação está na forma de como educar, e vocês estão no caminho certo.
À todos seguidores do blog, em breve novas notícias do evento, e estaremos juntos transmitindo esse evento, aguardem.
À todos seguidores do blog, em breve novas notícias do evento, e estaremos juntos transmitindo esse evento, aguardem.
O que esse evento é? É um conjunto de gêneros textuais. É mais uma prova que a educação não é só o que está no livro, é ampla!
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
Rua sem palavras
Para: lucreciaferrara@leitor.net
Cc/Cco
Assunto: Comentário acerca da sua pessoa.
Cc/Cco
Assunto: Comentário acerca da sua pessoa.
Boa noite,
Dra. Lucrécia Ferrara,
Venho nesse presente e-mail relatar minha humilde admiração pelo seu trabalho, onde a senhora busca desmistificar mitos e preconceitos acerca de nossa língua e norma, no primeiro momento eu não entendi o texto, confesso, sou meio lerdo e preconceituoso, mas tornei a ler com uma mente mais aberta, e percebi as indagações e quebras de paradigmas arcaicos enfrentados pela sua pessoa, a partir desse momento, comecei a analisar as possíveis leituras não verbais, e presenciei uma melhor compreensão e leveza, sem aquelas normas engessantes, mas tudo bem, hoje tenho novas leituras sobre as coisas, estou mais sensível ao ouvir uma música, ao ver um indivíduo passando na rua, ao observar um quadro, enfim, desmistificação absoluta dos dogmas, a, não esquecendo, minha produção de texto melhorou, consigo produzir mais em diferentes gêneros textuais. Doutora, uma última coisa, segue em anexo o meu currículo caso a senhora deseje ter-me no seu grupo de pesquisa.
Sds,
Um ex-leitor só de livros
(71) xxxx-xxxx
Enviado do leitor Mail no Android
anexo: pdf. 123kb
Ixe, isso não está no livro, ops, no Facebook está.
As redes sociais invadiram a vida da maioria das pessoas em todo o mundo. Não importa o lugar ou a situação, as pessoas estão cada vez mais conectadas e o desejo de compartilhar as informações com os outros muitas vezes passa do limite. Isso fica claro na propaganda a seguir:
A leitura sem palavras, isso é possível?
FERRARA, Lucrécia D' Alessio. A leitura não verbal. In:______Leitura sem palavras. Ed: Ática. 4 ed. 2002. PP. 22-29.
"[...]Texto não-verbal apresenta-se diluído no quotidiano do espaço urbano, e nada o impõe à nossa observação; o texto não-verbal é mudo porque não agride nossa atenção." P.23
"O texto não-verbal apresenta-se diluído no quotidiano do espaço urbano, e nada o impõe à nossa observação; o texto não-verbal é mudo porque não agride nossa atenção." P.23
"O texto é linguagem-objeto sobre o qual se debruça a leitura metalingüística." P.24
"A necessidade de organização para a produção de um texto estimula a capacidade associativa por similaridade e revela outra possibilidade de ler e de produzir significados além do hábito de associação por contigüidade a que nos condiciona todo o sistema cultural ocidental." P.25
"Ler e que acabam por se refletir sobre a própria leitura verbal. A leitura verbal apóia-se no domínio da sua competência; ensina-se a ler pela compreensão do encadeamento lógico, coordenado, subordinado ou misto das estruturas frásicas do texto verbal. Aprende-se a ler e desenvolve-se esse aprendizado." P.26
1. Resenha: Leitura sem palavras
FERRARA inicia sua obra nos dizendo que, por mais que às vezes o pareça, a palavra, seja ela escrita ou falada, não é nosso único instrumento de comunicação. Existem inúmeros signos, símbolos, traços, que organizados, podem nos passar mensagens. Nós por exemplo, estamos a todo momento passando mensagens. O que comemos o que compramos o que vestimos, onde e como andamos tudo isso são escolhas que mostram nossas expectativas, como queremos ser vistos pelos outros.
A interpretação que cada pessoa faz de determinada imagem é uma relação entre a representação real que existe nesta imagem e outras representações possíveis ou eventuais. Todos os códigos presentes em nosso dia-a-dia são uma representação do universo, e cada código gera um signo e uma sintaxe específicos. A capacidade de representação de determinada linguagem, se torna mais segura à medida que se apóia na capacidade perceptiva dos sentidos em particular.
A cultura ocidental através de seu sistema verbal, nos fez associar as coisas por contigüidade, de maneira que qualquer elemento de um determinado sistema desperta em nossa mente todo um conjunto. Essa forma de associação privilegia a palavra, escrita ou falada, como melhor forma de expressão de pensamentos.
A semiótica é o estudo dos signos, de sua relação com o que eles representam, suas possíveis interpretações e sua classificação em ícone, índice ou símbolo.
A interpretação que cada pessoa faz de determinada imagem é uma relação entre a representação real que existe nesta imagem e outras representações possíveis ou eventuais. Todos os códigos presentes em nosso dia-a-dia são uma representação do universo, e cada código gera um signo e uma sintaxe específicos. A capacidade de representação de determinada linguagem, se torna mais segura à medida que se apóia na capacidade perceptiva dos sentidos em particular.
A cultura ocidental através de seu sistema verbal, nos fez associar as coisas por contigüidade, de maneira que qualquer elemento de um determinado sistema desperta em nossa mente todo um conjunto. Essa forma de associação privilegia a palavra, escrita ou falada, como melhor forma de expressão de pensamentos.
A semiótica é o estudo dos signos, de sua relação com o que eles representam, suas possíveis interpretações e sua classificação em ícone, índice ou símbolo.
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Viagem maluca com os gêneros textuais
Relato de viagem
Olá meus caros amigos, vou relatar para vocês como foi minha viagem com os gêneros. Teve início aqui mesmo no Brasil, quando eu estava na zona de embarque do aeroporto, de repente, deparo-me com o senhor artigo científico, um gênero textual muito comum nas universidades, esse senhor estava indo para Argentina encontrar-se com a senhora lenda, um gênero textual muito mistérioso, logo mais, eu embarquei para o Chile para encontrar minha amada lista de compras, que sempre está com as reclamações ao lado, e como não bastasse esses gêneros, a melhor amiga dela é a notícia um gênero informativo por de mais, mas isso é besteira, vou continuar, fiquei no Chile três dias suficientes para conhecer esses gêneros, porém tive que embarcar no outro dia para o Peru, que logo bati de frente com a reunião do condomínio, aí meu Deus, era uma confusão, não guentei passar dois dias ali, fui logo chamando o manifesto para resolver, mas não é que o conto passou mal, vale me Deus, cadê doutor prescrição médica? Mas essa confusão durou viu, foi necessário que o senhor seminário viesse para dar um jeito na senhora crônica, irônica. A noite chegou e eu fui para os EUA encontrar doutor sentença para dar-me um parecer da publicação do senhor blog, que falou mal de mim, logo eu, a poesia, mas não vai ficar assim, vou ligar para o sargento fichamento para dar um coça nele, Santa Maria, quem chamou a dona publicidade na conversa, ela ao em vês de cuidar do marido, o senhor resumo, fica divulgando a vida do outro com dona resenha. A eu não aguentei aquilo, e fui para Itália, fiquei hospedado no hotel cinco estrelas de cordel, o senhor simpático, mas melhor mesmo era a mulher dele, dona música, que voz encantadora, pedir até o meu amigo status para falar dela no Facebook, mas ele estava no Japão, e vai eu para lá, e não é que a desgraça aconteceu, encontrei minha ex-mulher ligação telefônica com meu amigo e-mail batendo altos papos, mas me deu uma raiva, enfim, achei dona receita e ela me disse que meu amigo estava na França com Don poema, e lá vai eu, mas por fim, minha viagem acabou e eu conheci senhor bibliografia, e acabei descobrindo que sou gay.
Aos Poetas Clássicos
A poesia retrata algo que seja real ou não e depende da imaginação de ambas as partes (Autor e Leitor). Ela é arte, ela comove, sensibiliza e desperta sentimentos. E para exemplificar esta arte trago a poesia de Patativa do Assaré, artista nordestino que apesar de frequentar a escola durante poucos meses apenas, produziu lindas obras sobre sua vida, sua região e sua gente.Poetas niversitário,
Poetas de Cademia,
De rico vocabularo
Cheio de mitologia;
Se a gente canta o que pensa,
Eu quero pedir licença,
Pois mesmo sem português
Neste livrinho apresento
O prazê e o sofrimento
De um poeta camponês.
Eu nasci aqui no mato,
Vivi sempre a trabaiá,
Neste meu pobre recato,
Eu não pude estudá
No verdô de minha idade,
Só tive a felicidad
De dá um pequeno insaio
In dois livro do iscritô,
O famoso professô
Filisberto de Carvaio.
No premêro livro havia
Belas figuras na capa,
E no começo se lia:
A pá — O dedo do Papa,
Papa, pia, dedo, dado,
Pua, o pote de melado,
Dá-me o dado, a fera é má
E tantas coisa bonita,
Qui o meu coração parpita
Quando eu pego a rescordá.
Foi os livro de valô
Mais maió que vi no mundo,
Apenas daquele autô
Li o premêro e o segundo;
Mas, porém, esta leitura,
Me tirô da treva escura,
Mostrando o caminho certo,
Bastante me protegeu;
Eu juro que Jesus deu
Sarvação a Filisberto.
Depois que os dois livro eu li,
Fiquei me sintindo bem,
E ôtras coisinha aprendi
Sem tê lição de ninguém.
Na minha pobre linguage,
A minha lira servage
Canto o que minha arma sente
E o meu coração incerra,
As coisa de minha terra
E a vida de minha gente.
Poeta niversitaro,
Poeta de cademia,
De rico vocabularo
Cheio de mitologia,
Tarvez este meu livrinho
Não vá recebê carinho,
Nem lugio e nem istima,
Mas garanto sê fié
E não istruí papé
Com poesia sem rima.
Cheio de rima e sintindo
Quero iscrevê meu volume,
Pra não ficá parecido
Com a fulô sem perfume;
A poesia sem rima,
Bastante me disanima
E alegria não me dá;
Não tem sabô a leitura,
Parece uma noite iscura
Sem istrela e sem luá.
Se um dotô me perguntá
Se o verso sem rima presta,
Calado eu não vou ficá,
A minha resposta é esta:
— Sem a rima, a poesia
Perde arguma simpatia
E uma parte do primô;
Não merece munta parma,
É como o corpo sem arma
E o coração sem amô.
Meu caro amigo poeta,
Qui faz poesia branca,
Não me chame de pateta
Por esta opinião franca.
Nasci entre a natureza,
Sempre adorando as beleza
Das obra do Criadô,
Uvindo o vento na serva
E vendo no campo a reva
Pintadinha de fulô.
Sou um caboco rocêro,
Sem letra e sem istrução;
O meu verso tem o chêro
Da poêra do sertão;
Vivo nesta solidade
Bem destante da cidade
Onde a ciença guverna.
Tudo meu é naturá,
Não sou capaz de gostá
Da poesia moderna.
Deste jeito Deus me quis
E assim eu me sinto bem;
Me considero feliz
Sem nunca invejá quem tem
Profundo conhecimento.
Ou ligêro como o vento
Ou divagá como a lesma,
Tudo sofre a mesma prova,
Vai batê na fria cova;
Esta vida é sempre a mesma.
Patativa do Assaré
Nordeste: Aqui é meu lugar!
Uma homenagem ao nordeste que nós encanta pela sua diversidade cultural.
Vou falar do meu lugar
Terra de cabra da peste
Terra de homem valente
Do sertão e do agreste
Terra do mandacaru
Do nosso maracatu
Meu lugar é o Nordeste!
Meu Nordeste tem riquezas
Só encontradas aqui
Sua música, sua dança
Sua gente que sorri
Nosso povo tem bravura
Tem tradição, tem cultura
Da Bahia ao Piauí.
A nossa música é linda
Temos coco e embolada
Aboio e banda de pife
Poesia improvisada
Axé, repente, baião
O forró do Gonzagão
Que faz a maior noitada.
Frevo, xote e xaxado
Violeiro, canturia
O martelo agalopado
O cordel e a poesia
O cantador de viola
Fazendo versos na hora
Pra nos trazer alegria.
Nossa dança é muito rica
E bastante popular
Tem ciranda, afoxé
Para quem quiser dançar
Bumba-meu-boi, capoeira
Essa dança brasileira
Querida em todo lugar.
Tem baião e tem forró
Pra dançar agarradinho
Tem maracatu, congada
Tem o cavalo-marinho
Festa junina animada
Pra toda rapaziada
Namorar um “bucadinho”.
Nossa dança é muito rica
E bastante popular
Tem ciranda, afoxé
Para quem quiser dançar
Bumba-meu-boi, capoeira
Essa dança brasileira
Querida em todo lugar.
Tem baião e tem forró
Pra dançar agarradinho
Tem maracatu, congada
Tem o cavalo-marinho
Festa junina animada
Pra toda rapaziada
Namorar um “bucadinho”.
Nossa culinária é rica
Em tradição e sabor
Tem cuscuz, tem macaxeira
Que têm um grande valor
Tem o xinxim de galinha
Rapadura com farinha
Tudo feito com amor.
Do bode tem a buchada
Carne de sol com pirão
O mocotó, a rabada
O bobó de camarão
Bredo no coco, paçoca
Vatapá e tapioca
Venha provar o qu’é bão.
Temos doce bem gostoso
Como o Bolo de Fubá
A cocada, a rapadura
O quindim e o mungunzá
Temos Beijinho de coco
Que deixa qualquer um loco
Venha aqui saborear.
As festas do meu Nordeste
Têm alegria e calor
O carnaval de Olinda,
De Recife e Salvador
Em Natal o “Carnatal”
Em Fortaleza o “Fortal”
Micaretas de valor.
Quando chega o São João
A "disputa" é pra valer
A "Capital do Forró"
Todos querem conhecer
Caruaru tem beleza
Campina Grande destreza
Para o forró não morrer.
Terra de Alceu Valença
E de Jackson do Pandeiro
Terra de Luís Gonzaga
Esse grande brasileiro
A terra de Elba Ramalho
E também de Zé Ramalho
Famosos no mundo inteiro
A terra de Virgulino
O famoso Lampião
A terra de Vitalino
Rei do barro feito à mão
A terra do “Padim Ciço”
Dos milagres, “dos bendito”
Do poder da oração.
Piauí da Pré-História
Bahia do candomblé
Paraíba das cachaças
Em Sergipe eu boto fé
Pernambuco tem o frevo
Alagoas tem segredo
Vá descobrir o que é
Maranhão é o estado
Pra dançar bumba-meu-boi
Ceará do “Padim Ciço”
Só conhece quem já foi
No Rio Grande do Norte
A cultura é muito forte
Vá! Não deixe pra depois.
Essa terra é muito boa
Dela ninguém me separa
Tem tudo pra se viver
Uma culinária rara
Uma beleza campestre
Só deixo o meu Nordeste
No último pau-de-arara.
Vou falar do meu lugar
Terra de cabra da peste
Terra de homem valente
Do sertão e do agreste
Terra do mandacaru
Do nosso maracatu
Meu lugar é o Nordeste!
Meu Nordeste tem riquezas
Só encontradas aqui
Sua música, sua dança
Sua gente que sorri
Nosso povo tem bravura
Tem tradição, tem cultura
Da Bahia ao Piauí.
A nossa música é linda
Temos coco e embolada
Aboio e banda de pife
Poesia improvisada
Axé, repente, baião
O forró do Gonzagão
Que faz a maior noitada.
Frevo, xote e xaxado
Violeiro, canturia
O martelo agalopado
O cordel e a poesia
O cantador de viola
Fazendo versos na hora
Pra nos trazer alegria.
Nossa dança é muito rica
E bastante popular
Tem ciranda, afoxé
Para quem quiser dançar
Bumba-meu-boi, capoeira
Essa dança brasileira
Querida em todo lugar.
Tem baião e tem forró
Pra dançar agarradinho
Tem maracatu, congada
Tem o cavalo-marinho
Festa junina animada
Pra toda rapaziada
Namorar um “bucadinho”.
Nossa dança é muito rica
E bastante popular
Tem ciranda, afoxé
Para quem quiser dançar
Bumba-meu-boi, capoeira
Essa dança brasileira
Querida em todo lugar.
Tem baião e tem forró
Pra dançar agarradinho
Tem maracatu, congada
Tem o cavalo-marinho
Festa junina animada
Pra toda rapaziada
Namorar um “bucadinho”.
Nossa culinária é rica
Em tradição e sabor
Tem cuscuz, tem macaxeira
Que têm um grande valor
Tem o xinxim de galinha
Rapadura com farinha
Tudo feito com amor.
Do bode tem a buchada
Carne de sol com pirão
O mocotó, a rabada
O bobó de camarão
Bredo no coco, paçoca
Vatapá e tapioca
Venha provar o qu’é bão.
Temos doce bem gostoso
Como o Bolo de Fubá
A cocada, a rapadura
O quindim e o mungunzá
Temos Beijinho de coco
Que deixa qualquer um loco
Venha aqui saborear.
As festas do meu Nordeste
Têm alegria e calor
O carnaval de Olinda,
De Recife e Salvador
Em Natal o “Carnatal”
Em Fortaleza o “Fortal”
Micaretas de valor.
Quando chega o São João
A "disputa" é pra valer
A "Capital do Forró"
Todos querem conhecer
Caruaru tem beleza
Campina Grande destreza
Para o forró não morrer.
Terra de Alceu Valença
E de Jackson do Pandeiro
Terra de Luís Gonzaga
Esse grande brasileiro
A terra de Elba Ramalho
E também de Zé Ramalho
Famosos no mundo inteiro
A terra de Virgulino
O famoso Lampião
A terra de Vitalino
Rei do barro feito à mão
A terra do “Padim Ciço”
Dos milagres, “dos bendito”
Do poder da oração.
Piauí da Pré-História
Bahia do candomblé
Paraíba das cachaças
Em Sergipe eu boto fé
Pernambuco tem o frevo
Alagoas tem segredo
Vá descobrir o que é
Maranhão é o estado
Pra dançar bumba-meu-boi
Ceará do “Padim Ciço”
Só conhece quem já foi
No Rio Grande do Norte
A cultura é muito forte
Vá! Não deixe pra depois.
Essa terra é muito boa
Dela ninguém me separa
Tem tudo pra se viver
Uma culinária rara
Uma beleza campestre
Só deixo o meu Nordeste
No último pau-de-arara.
Carlinhos Cordel
Indignação de um jovem leitor
Ministério da Educação
RECLAMAÇÃO
Nome: O leitor que só lia livros
Endereço: Rua do livro, p. 0
Protocolo: QU3R0 MU94R
Endereço: Rua do livro, p. 0
Protocolo: QU3R0 MU94R
Estou aqui para fazer uma reclamação sobre meus professores de português. Eu aprendi durante todo o colegial, que só existe o livro, que é a "coisa" mais importante do universo, é a verdade real, "geeente", quero alertar esses nobres profissionais, que existem outros gêneros textuais, não só aqueles encontrados nos livros, hellooo! Bem vindo a nova era, era do "Facebook" e do "zap zap".
Agora sem brincadeira, tem como aprender a partir de outros meios e não só apenas pelo livro, o livro é importante, mas não é único. Esse método de ensino está arcaico. Estou indignado, não consigo ver nada além do que está no livro, medíocres professores, eu oro por vocês todos os dias, obrigado por engessar minha mente. Só para lembrar desse momento, vou tirar uma selfie. Haha
Agora sem brincadeira, tem como aprender a partir de outros meios e não só apenas pelo livro, o livro é importante, mas não é único. Esse método de ensino está arcaico. Estou indignado, não consigo ver nada além do que está no livro, medíocres professores, eu oro por vocês todos os dias, obrigado por engessar minha mente. Só para lembrar desse momento, vou tirar uma selfie. Haha
Saia do conforto e conheça novos gêneros textuais
Conhecendo os gêneros textuais:
Gêneros textuais são realizações linguísticas concretas definidas por propriedades sociocomunicativas, ou seja, dentro de um contexto cultural e com função comunicativa. Abrangendo um conjunto praticamente ilimitado de características determinadas pelo estilo do autor, conteúdo, composição e função.
Sem palavras.
Lembro que minhas professoras e professores sempre me incentivavam a ler, ler muitos livros, eles sempre falavam do benefício da leitura. Quando criança eu ficava feliz em achar um livro ilustrado, no meio de tantas palavras, os desenhos me encantavam. Hoje posto uma tirinha,boa LEITURA.
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Os Sapos
A semana da arte moderna em 1922, sacudiu os cânones da arte
no nosso país, dividiu públicos! Havia os adoradores e os detratores. Os Sapos, poema de Manuel Bandeira (1886-1968), que não compareceu ao
evento, seria declamado por Ronald de Carvalho, em meio às vaias da plateia. Ao
ridicularizar os parnasianos por seu apego à métrica, Os Sapos representou uma
espécie de declaração de princípios dos modernistas. A partir de então, estavam
liberados os versos sem rima. Tiraram, enfim, os grilhões da poesia.
Nossa intenção nesse blog, não é falar de poesia, nem da
semana de 1922, mas vamos falar de liberdade, falar da leitura que rompe
barreiras. Esqueçamos os grilhões, nós abrimos os braços para a diversidade! Sejam bem-vindos, fiquem com um trecho "dos sapos":
Longe dessa grita,
Lá onde mais densa
A noite infinita
Verte a sombra imensa;
Lá, fugindo ao mundo,
Sem glória, sem fé,
No perau profundo
E solitário, é
Que soluças tu,
Transido de frio,
Sapo-cururu
Da beira do rio.
1918
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